|
|
|
2005
2006
2007
2008
2009
|
|
|
|
03.12.05
|
|
|
Instalação "Leonel
Moura". "Esta instalação baseia-se no conceito de Hipertexto e
na ideia de que o voyeurismo pode ser entendido de forma mais ampla do que a
simples observação do sexo ou do corpo erótico do outro, e derivar para o
prazer de ver por dentro, para além de ou através de múltiplas camadas
informacionais (...)"
in Diário de Notícias
|
|
|
|
|
|
|
24.11.05
Leonel Moura
|
|
Desde 1999 tenho-me dedicado à realização de um novo tipo de
arte, baseada na utilização das mais recentes tecnologias, em particular
no domínio da inteligência e da vida artificial. Em 2000 produzi, em
colaboração com o investigador Vitorino Ramos, uma escultura gerada
autonomamente por uma forma de vida artificial, conhecida pelo nome científico
de ant system; em 2001 surgiram
as primeiras pinturas que intitulei de ‘não-humanas’, realizadas por
um braço robótico comandado igualmente por uma forma de vida artificial;
e já em 2004, após um projecto de investigação e colaboração com
engenheiros de robótica que durou três anos, apresentei os robots
pintores, capazes de produzir com total autonomia pinturas e desenhos.
Neste processo, para além dos aspectos directamente científicos que não
são desprezíveis, pois trata-se da primeira vez em que a robótica autónoma
e colectiva e as teorias do caos e da complexidade são aplicadas à
realização da arte, fica clara a intenção de abrir o território artístico
a uma outra abordagem do fenómeno estético, assente numa nova relação
entre homem e máquina.
Em particular os robots pintores levantam questões críticas sobre a
ideia de arte e, ainda mais profundamente, sobre o carácter antropocêntrico
da quase totalidade das noções correntes de cultura.
|
|
|
|
|
|
|
01.11.05
|
|
"O Primado da Música. O
ciclo Voyeur Project View apresenta uma exposição de Pedro Falcão, um
pintor cujo trabalho parte da memória do abstracionismo geométrico para
realizar uma pintura de fortes contrastes cromáticos que valoriza a variação
num mesmo ambiente formal. Utilizando cores lisas, o artista explora
encaixes e combinações fragmentárias que se desenvolvem em séries. As
pinturas são assim uma experiência do ritmo. Exploram cadências e
transformações quase musicais que, se nunca saem do campo da abstracção,
convocam inúmeras ressonâncias do real observável."
Celso
Martins in Agenda LX
|
|
|
|
|
|
|
22.10.05
|
|
"(...) Ao aliar à
pesquisa plástica realizada no campo da pintura a sua experiência como
designer gráfico, o artista explora a simplicidade de um conjunto de
composições rigorosas que assentam no diálogo estabelecido entre um fundo
monocromático e as representações sobre ele traçadas (...)"
in Diário de Notícias
|
|
|
|
|
|
|
20.10.05
Pedro Falcão
|
|
Da
manipulação do signo à elaboração de um discurso visual
depurado, assente na reinvenção e dexcontextualização de formas que
remetem para a representação de (im)possíveis alfabetos, Pedro Falcão
convoca para
o seu trabalho as múltiplas paisagens da escrita.
Ao aliar à pesquisa plástica realizada no campo da pintura a sua
experiência como designer gráfico, o artista explora a simplicidade de
um conjunto de composições rigorosas que assentam no diálogo estabelecido entre um
fundo monocromático e as representações sobre ele traçadas. Numa
leitura contínua, em que as interferências são sugeridas no interior de
cada imagem, as formas recortam-se, repetem-se e agenciam-se em pautas
dissonantes que se reformulam de tela para tela, guiando o espectador
através de um universo codificado de que este se torna o único leitor.
|
|
|
|
|
|
|
25.09.05
|
|
“É
de estranhar que possamos ver uma instalação a qualquer hora do dia, muito
ao estilo de uma galeria em Nova Iorque. Eis que surge em Lisboa a
oportunidade. Mesmo que a porta da Voyeur
Project View esteja fechada, não desespere. Pode espreitar por
uma espécie de olho a peça e ver tudo. A responsabilidade é de Satoru
Eguchi, autor japonês nascido em 1973, que já teve exposições colectivas
nos EUA e na Europa. A conjugação do espaço com objectos do quotidiano -
um desafio à estabilidade perceptiva do espectador. O voyeurismo na sua
melhor forma, disponível todos os dias da semana.
in Le Cool Magazine.
|
|
|
|
|
|
|
20.09.05
|
|
“Satoru Eguchi em trânsito
- Satoru Eguchi (n.1973) é um artista japonês para quem a viagem supõe
mais do que a ideia de passeio ou turismo, antes se revela uma possiblidade
de encontrar similitudes entre diferentes contextos culturais e de cruzar
surpreendentemente elementos aparentemente incompatíveis. Trabalhando com o
espaço e com objectos do quotidiano cuja escala e materiais são
manipulados, Eguchi, nas suas instalações, descontextualiza e reintegra
imagens e objectos de um modo que desafia a estabilidade perceptiva do
espectador."
Celso Martins in Agenda LX.
|
|
|
|
|
|
|
15.09.05
Satoru
Eguchi
Expõe
pela primeira vez em Portugal. O Artista estará presente directamente de
Nova Iorque.
|
|
"Every
year when the fall turns to winter, I sleep endlessly through the night to
the morning and to the afternoon, and to the evening until I lose the
distinction between day and night, morning and evening. Reality gives way
to daydreams that preoccupy my head. Likewise, my habit of traveling is
not simply for the need to get a burst of fresh air. The idea of moving
from one place to another is a voluntary attempt to encounter a sense of
dislocation while discovering unexpected similarities under a guise of
different cities and landscapes existing in all parts of the world.
"
|
|
|
|
|
|
|
16.08.05
|
|
"Espreitar o corpo
feminino 24 horas por dia. Exposição de Joana Consiglieri (n.1972,
Lisboa), Mapa Corporal é composto por fotografias digitais do corpo
feminino, realçando uma componente voyeurística. A exposição está
aberta ao público 24 horas por dia, através de um buraco na porta de
entrada."
in Público.
|
|
|
|
|
|
|
25.07.05
|
|
“Mapa
Corporal, de Joana Consiglieri. No âmbito do
Voyeur Project View, esta mostra pode ser visitada através de um buraco na
porta de entrada. O objectivo é realçar a componente voyeurista no
renascimento de um corpo feminino. O movimento, a energia, o ritmo e a vida
também são realçados neste trabalho."
in Diário de Notícias.
|
|
|
|
|
|
|
22.07.05
Joana
Consiglieri
Exposição integrada na Lisboa Photo.
|
|
"Body
Map" is the renaissance of a feminine body, where the folds of
the skin are the map that sedimentary the signals of the time, transmitted
itself in repetitive rituals. The
gesture and the twist of the feminine body characterize the state of the
being for cosmos, for the flow of the time, the movement that has left of
the energy, the rhythm, the pulsation of the breath, for absence of the
interval of space/time, for the nothing.
The search of the release of the condition human being transcribes
in the proper constant repetition of the movement ephemeral of a body.
Thus, the twist in virtue of which the negation of the identity if
dissolves, making to emerge the affirmation of the difference, it is the
proper movement of the perpetual return, or either, this exactly
twist-conversion movement is happened again until the infinite o.
As Lucy R. Lippard would say exactly: "the rituals of the
modern artists evoke primitive rituals, especially of the agrarian cycle
of the birth, growth, sacrifice and renaissance of the god year;
the circle of the dance encouraging the sun and the moon to give
returns; the trojans dances of
the life and the death."
|
|
|
|
|
|
|
16.06.05
Cara
Judea Alhadeff
Expondo pela primeira vez em Portugal. Exposição
integrada na Lisboa Photo.
|
|
For
Cara Judea Alhadeff, “the
woman’s pregnant body represents the simultaneity of inside and outside.
Her private is undeniably public.
Her body is raw and exposed and contained at the same time.
Life within her is clearly visible from the outside.
Because her corporeality cannot be concealed, the pregnant woman is
exempt from societal constraints that obscure body awareness.
The pregnant woman is the ideal subversive in our society (challenging
cultural norms) as her womanness is utterly present. She is sexual without
objectification; she is the embodiment of sexual and corporeal empowerment.
Moreover, she is the alchemist who embodies and transgresses notions of
difference, opening the door for identification and disidentification from
others.”
Alhadeff
describes her work as the following: “My photographs explore the body as
a membrane between sensuality and restraint, surrender and resistance.
I arrange the space, objects, and bodies (including my own) in such a way
that blurs the lines that separate them. The characters become hybrids of
machine and animal who populate dream-like worlds. Although the
photographs are consciously constructed, the relationships are equally
born out of an improvised collaboration in which the physics of touch,
gravity, and balance establish an unfolding performance.”
|
|
|
|
|
|
|
12.05.05
António
Nuno Júnior
|
|
Inauguração
do Voyeur Project View. Exposição integrada na Lisboa Photo.
|
|
"As
imagens que constituem a série “sem
título” são extraídas, na sua íntegra, do universo de produção
e distribuição da indústria pornográfica e aquilo que imediatamente as
distingue da sua origem é o facto de não pertencerem a indústria
nenhuma. O contexto verificável da sua existência não contempla
qualquer trânsito instituído de valor, ou destinos estratégicos a alcançar.
São objectos e, de resto, tão objectos quanto os inequivocamente porno
- representam as mesmas matérias, utilizam os mesmos suportes.
Relevam da mesma matriz genética mas possuem uma deficiência congénita:
são asistémicos, o que (entre outros efeitos anómalos) os impede de
falar a mesma língua da sua progenitura. Temos assim conjuntos de
objectos fenotipicamente idênticos aos que lhes deram origem, mas
caracteristicamente disfuncionais.
Esta anomalia é, note-se, algo de intrínseco aos objectos em causa (i.e,
não resulta de uma descontextualização voluntária das suas funções
originais sejam elas económicas, sociais ou psicológicas) e possui como
causa imediata a natureza metodológica da sua génese: ao verem remetido
para um off indeterminado
o seu punctum funcional, ao mesmo tempo que sofrem (literalmente) um
processo de pictorialização, estas imagens passam a índices materiais
de uma hipótese metapoética em construção – a de que a pornografia
na sua estrita dimensão icónica não possui qualquer característica
distintiva relativamente aos demais campos representacionais.
Ou seja, tudo o que diferencia o porno
do resto tem tudo a ver com o
resto e nada a ver com o porno."
|
|
|
|
|
|
|
02.04.05
|
|
Voyeur
Project View
fica associado à Bienal Lisboa
Photo 2005
|
|
|
|
|
|
|
29.03.05
|
|
O
Voyeur Project View está
conectado à plataforma online www.rhizome.org.
|
|
|
|
|
|
|
10.03.05
|
|
O
web site Voyeur Project View está
online.
|
|
|
|
|
|